O Pátria Escritórios FII (HGRE11) é um fundo de perfil corporativo que iniciou suas atividades em maio de 2008. A maior parte da carteira está exposta a ativos de alto padrão localizados nas principais regiões do país, com presença nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
Insights BTG Pactual | Resumo do ativo
Último comunicado à mercado de HGRE11 (15/10/2026)
O Pátria Escritórios FII (HGRE11) informou o fim do período de preferência da 10ª emissão. Foram subscritas 2.403 novas cotas por 237 cotistas, somando R$ 352,4 mil a R$ 146,64 por cota. Restam 4.771.192 cotas, ou R$ 699,6 milhões, para a oferta.
Notícias de HGRE11 nas últimas 24h
Nas últimas 24 horas, o fluxo de notícias associado a HGRE11 trouxe como principal referência o fortalecimento do mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo, com 163.279 m² locados no terceiro trimestre de 2026, volume cerca de quatro vezes superior ao do trimestre anterior. Itaú Unibanco e Amazon concentraram aproximadamente 84,6 mil m², ou 52% do total negociado na cidade, enquanto a absorção líquida somou 140.054 m² e reverteu o saldo negativo anterior. Mesmo com a entrada de 171.266 m² de novos escritórios no trimestre, parte relevante já foi entregue ocupada, e a vacância encerrou setembro em 12,01%. No acumulado de 2026, a oferta nova de aproximadamente 189 mil m² ficou abaixo da absorção de cerca de 202 mil m², enquanto o aluguel pedido médio avançou 2,8% em três meses, para R$ 153,59 por m² ao mês. Para um fundo exposto a escritórios, esse quadro sugere demanda resiliente por ativos premium e sustentação de preços, ainda que novas entregas mantenham alguma pressão de curto prazo sobre a vacância. A outra notícia do período tratou de mudança de gestão no APXM11, com foco em governança, sem efeito material direto identificado para HGRE11.
Análises de HGRE11 nos últimos 3 meses
HGRE11 mostrou melhora operacional e avanço relevante na reciclagem de portfólio no período. No print mais recente, o fundo reportou resultado distribuível de R$1,11/cota, manteve distribuição de R$0,85 e anunciou a venda do Edifício Alegria por R$115,5 mi, mais de 100% acima do último laudo, com ganho estimado de R$42,7 mi, ou R$3,62/cota. No mês anterior, o resultado distribuível havia sido de R$1,15/cota, com efeito não recorrente de R$0,45/cota na venda de conjuntos, reserva de ~R$2,6/cota e vacância física e financeira de 6,6% e 8,1%; antes disso, a receita foi de R$0,95/cota, o resultado distribuível de R$0,71/cota e houve distribuição extraordinária de R$1,50/cota, em meio ao distrato da venda do Alegria, com devolução de R$2,2 mi e retenção de R$2,25 mi em indenizações. O pano de fundo setorial segue construtivo para lajes A+ em São Paulo: no 3T26, a absorção líquida foi de 106,8 mil m², as entregas somaram 187,5 mil m², a vacância consolidada da cidade ficou em 13,8% e o preço pedido médio subiu para R$141,2/m², com destaque para Pinheiros, cuja vacância caiu para 6,1%, e para a Paulista, em 5,7%. A atividade construtiva em mínima histórica tende a limitar nova oferta e sustentar recomposição de aluguel em ativos bem localizados. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução da venda do Alegria, a trajetória de vacância e a conversão da reserva e dos ganhos de reciclagem em distribuição recorrente.
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