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JSL (JSLG3)

Ação

Dados consolidados em: 29/10/2026

R$ 5,26

- R$ 0,56

(-9,62%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 18,00

Potencial

242,21%

Dados consolidados em: 29/10/2026

Visão geral de JSLG3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de JSLG3 (29/10/2026)

A JSL reportou receita bruta de serviços de R$ 3,0 bilhões no 3T26, alta de 6,4% em um ano, EBITDA ajustado de R$ 522,8 milhões e geração de caixa de R$ 318,8 milhões. A alavancagem caiu para 2,6x e os novos contratos somaram R$ 2,8 bilhões, reforçando a desalavancagem e a visibilidade de receita.

Notícias de JSLG3 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a JSL destacou um terceiro trimestre de 2026 marcado por forte expansão comercial e melhora financeira, com novos contratos de aproximadamente R$ 2,8 bilhões, o maior volume já registrado em um único trimestre, e acumulado de cerca de R$ 5,5 bilhões em 2026, acima dos R$ 4,9 bilhões de todo 2025. A receita bruta de serviços ficou próxima de R$ 3,1 bilhões, com crescimento anual em torno de 6%, enquanto o lucro líquido avançou 35,8%, para R$ 24,5 milhões. No operacional, o EBITDA ajustado somou aproximadamente R$ 523 milhões, praticamente estável na comparação anual, mas a margem recuou para 19,9%, pressionada pela base de comparação com créditos extemporâneos no 3T25 e pela maior participação de operações subcontratadas, de menor margem, embora também menos intensivas em capital. Ainda assim, a companhia combinou geração de caixa de R$ 318,8 milhões no trimestre, quinto resultado positivo consecutivo, com alavancagem de 2,6 vezes dívida líquida sobre EBITDA, abaixo das 3 vezes de um ano antes, e ROIC de 14,8% em 12 meses. Em conjunto, os números sugerem maior visibilidade de receita, avanço na desalavancagem e reforço da capacidade de financiar crescimento, mesmo com compressão de margem no curto prazo.

Análises de JSLG3 nos últimos 3 meses

A JSL reportou um 2T26 fraco, mas ligeiramente melhor que o esperado, com receita líquida de R$2,5 bi, alta de 5% a/a, EBITDA de R$486 mi, estável a/a e 5% acima das estimativas, ou R$494 mi em base ajustada, também estável a/a, enquanto o lucro líquido reportado caiu para R$12 mi e o ajustado para R$30 mi, pressionado por amortização de ágio e por uma baixa contábil de R$7 mi ligada ao valor justo alocado ao custo de venda de ativos. Na operação, Serviços Dedicados seguiu como principal suporte, com receita de R$1,8 bi, estável a/a e alta de 4% t/t, EBITDA de R$352 mi, alta de 4% a/a e 11% t/t, e margem de 20%; em Intralog, a receita subiu para R$524 mi, +8% a/a, mas o EBITDA recuou para R$120 mi, com margem de 23%; já a JSL Digital entregou receita de R$184 mi, +60% a/a, mas EBITDA de R$15 mi, queda de 16% a/a, refletindo pior mix após a transferência de operações de grãos. A alavancagem caiu levemente para ~2,7x dívida líquida/EBITDA, de 2,8x no 1T26, enquanto o capex líquido ficou em -R$22 mi, melhor que os -R$75 mi do trimestre anterior. A companhia anunciou ainda R$2 bi em novos contratos no trimestre, com prazo médio de 60 meses, reforçando alguma visibilidade de receita e o foco na desalavancagem. Em valuation, o material aponta 3,3x EV/EBITDA 2026E e preço-alvo de R$18. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução da desalavancagem, além da pressão de custos de combustível e eventuais restrições na cadeia de suprimentos.

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