Insights BTG Pactual | Resumo do ativo
Último comunicado à mercado de KLBN11 (29/10/2026)
A Klabin reportou receita líquida de R$ 5,6 bilhões no 3T26, alta de 3%, com volume estável em 1,064 milhão de toneladas. O EBITDA ajustado caiu para R$ 1,856 bilhão, com margem de 33% ante 39% no 3T25. A alavancagem em dólar ficou em 3,3x, em linha com o 2T26.
Análises de KLBN11 nos últimos 3 meses
A Klabin reportou 3T26 praticamente em linha, com EBITDA de R$ 1,8 bi, queda de 5% t/t e 12% a/a, volumes de 1.065 mil t e preços realizados de celulose em US$ 730/t; o destaque positivo veio de papel-cartão, com exportações 23% maiores a/a apoiadas pela PM28, enquanto a principal pressão esteve nos custos, com custo caixa entre R$ 3.451/t e R$ 3.483/t, acima do guidance de R$ 3.200–3.300/t. No 2T26, o EBITDA ajustado havia ficado em ~R$ 2,0 bi, com vendas totais de 1.018 mil t, volumes de celulose de 386 mil t, papel de 359 mil t e receita líquida de celulose em US$ 742/t, em um trimestre visto como resiliente e com custos ainda dentro do guidance. A geração de caixa segue como ponto central: o FCFE foi de R$ 352 mi no 3T26, equivalente a ~6% anualizado, após apenas R$ 41 mi no 2T26, e a alavancagem permaneceu elevada em 3,2–3,3x, com dívida líquida de R$ 24,0 bi no 3T26. Entre as âncoras, a administração indicou geração de caixa neutra em 2026, enquanto o BTG projeta yield de fluxo de caixa de 0% no ano; para 2027, o capex deve cair para R$ 2,8 bi, R$ 500 mi abaixo de 2026, o que pode aliviar a pressão sobre caixa. No valuation, a ação negocia a 6,8x EV/EBITDA 2026E, com preço-alvo de R$ 23. No setor, houve melhora tática na fibra curta, com preços na China saindo de US$ 550–560/t para perto de US$ 600/t, mas o banco trata o movimento como mini-ciclo e vê 2027 mais desafiador com nova oferta; para investidores, recomenda-se acompanhar a trajetória de custos, desalavancagem e a sustentação dos preços de celulose.
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