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Lavvi (LAVV3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 7,43

- R$ 0,12

(-1,59%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 23,00

Potencial

209,56%

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de LAVV3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de LAVV3 (04/11/2026)

A Lavvi informou o pagamento da 4ª e última parcela dos dividendos intermediários aprovados em 2026. Serão R$ 70 milhões, ou R$ 0,35817654002 por ação, em 13 de novembro. O lote completa a distribuição total de R$ 200 milhões já anunciada, sem atualização monetária ou juros.

Notícias de LAVV3 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a Lavvi concentrou as notícias em dois vetores materiais para o papel: a divulgação de resultados operacionais em crescimento e a confirmação da última parcela de dividendos intermediários aprovada para 2026. No 3T26, a companhia reportou receita líquida de aproximadamente R$ 532 milhões, com alta de 28% em relação a um ano antes, margem bruta ajustada de 38,2% e lucro líquido de aproximadamente R$ 91 milhões, equivalente a margem de 17,0%. O conjunto sugere avanço de receita e rentabilidade operacional, mas as notícias também destacaram pressão na estrutura de capital, com dívida líquida de aproximadamente R$ 583 milhões, ponto relevante para a leitura do balanço. Em paralelo, a empresa informou o pagamento, em 13 de novembro, da 4ª e última parcela dos dividendos intermediários, no valor de R$ 70 milhões, ou R$ 0,35817654002 por ação, concluindo a distribuição total de R$ 200 milhões já anunciada, sem atualização monetária ou juros. Para o mercado, a combinação de crescimento operacional com remuneração ao acionista reforça a capacidade de geração de resultados, embora o nível de alavancagem siga como elemento de atenção na avaliação do ativo.

Análises de LAVV3 nos últimos 3 meses

A Lavvi reportou 2T26 acima das estimativas, com receita líquida de R$495,4 mi, EBITDA ajustado de R$108,7 mi e margem EBITDA de 21,9%, além de lucro líquido de R$82,6–83 mi, 13% acima do esperado; a margem bruta ficou em 37,6% e o ROE anualizado em ~23%. No operacional, os lançamentos somaram R$847,9 mi e as vendas contratadas, R$544,7 mi, com avanço forte contra o 1T26, mas ainda abaixo da base anual. Para o 3T26, a prévia do BTG aponta receita de R$545 mi e lucro líquido de R$94 mi, em um trimestre ainda fraco para média/alta renda, com desaceleração de vendas no segmento, estoques elevados e juros imobiliários altos pressionando a velocidade de comercialização. Em caixa, a companhia consumiu R$27 mi no 2T26, principalmente por aquisição de terrenos para recomposição do landbank, e encerrou o período com dívida líquida de R$529 mi, equivalente a 31% do patrimônio líquido, patamar visto como administrável. A leitura segue apoiada na execução operacional, no bom início do projeto Jardim da Hípica e na exposição crescente ao MCMV, embora o ambiente para incorporadoras de média e alta renda permaneça mais desafiador. Em valuation, o papel negocia a 4,2x P/L 2026E e 2,8x P/L 2027E; o preço-alvo informado é de R$23. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução da velocidade de vendas e do consumo de caixa em um setor que, na prévia do 3T26, deve registrar queda de 27% a/a nos lançamentos consolidados de média/alta renda e recuo de ~5 p.p. na velocidade de vendas.

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