ON

Oncoclinicas (ONCO3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 0,77

+ R$ 0,04

(+5,48%)

Recomendação

neutro

Preço-alvo

R$ 3,00

Potencial

289,61%

Setor

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de ONCO3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de ONCO3 (04/11/2026)

A Oncoclínicas informou que a eleição do Conselho de Administração na AGE de 6 de novembro de 2026 será por voto múltiplo, após pedidos de fundos com mais de 5% do capital votante cada. Para o investidor, o rito pode ampliar a representação de minoritários no conselho.

Notícias de ONCO3 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a Oncoclínicas informou que a eleição do Conselho de Administração na assembleia de 6 de novembro de 2026 será realizada por voto múltiplo, após pedidos apresentados por fundos com mais de 5% do capital votante cada. Para o mercado, a mudança de rito é relevante por poder ampliar a representação de acionistas minoritários no colegiado e influenciar a dinâmica de governança da companhia. Com apenas esse fato na janela, a principal implicação para o ativo está menos em efeito operacional imediato e mais no potencial de redistribuição de poder dentro do conselho, o que tende a elevar a atenção dos investidores sobre a composição final do órgão e sobre eventuais desdobramentos estratégicos decorrentes dessa nova configuração.

Análises de ONCO3 nos últimos 3 meses

A Oncoclínicas reportou um 2T26 fraco, com receita líquida de R$1,05 bi, queda de 29% a/a, pressionada pela escassez de medicamentos iniciada em março, que reduziu volumes de tratamento, enquanto o lucro bruto caiu 48% a/a, para R$229 mi. O EBITDA contábil ficou negativo em R$246 mi, ante R$116 mi positivos no 2T25, refletindo desalavancagem operacional e itens não recorrentes relevantes: baixa de glosas históricas de ~R$72 mi, provisão de crédito de R$31 mi ligada à Unimed Leste Fluminense, impairment de R$78 mi em um BTS em Goiânia e multa de R$76 mi por rescisão de locação. A despesa financeira líquida somou R$169 mi, com melhora de 23% t/t, mas o prejuízo líquido reportado ainda se aprofundou para R$476 mi, versus perda de R$142 mi um ano antes. No caixa, houve alguma melhora: o fluxo de caixa operacional voltou ao positivo em R$158 mi, ante consumo de R$153 mi no 1T26, apoiado por renegociação de prazos com fornecedores e normalização de recebíveis; incluindo capex e juros, o FCFE foi de ~R$108 mi no trimestre. Ainda assim, a dívida líquida, incluindo contas a pagar de M&A, subiu para R$3,40 bi, de R$3,27 bi no 1T26, e a alavancagem avançou para 7,9x dívida líquida/EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, de 5,2x no trimestre anterior. A companhia segue em processo de reestruturação, com standstill temporário junto a credores após liminar cautelar que suspendeu pagamentos de juros e posterior pedido de recuperação extrajudicial, o que mantém baixa a visibilidade sobre a estabilização operacional e a negociação do passivo. Em valuation, o material cita preço-alvo de R$3,0.

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