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Petrobras (PETR4)

Ação Top picks

Dados consolidados em: 27/10/2026

R$ 53,43

- R$ 0,45

(-0,84%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 65,00

Potencial

21,65%

Dados consolidados em: 27/10/2026

Visão geral de PETR4

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de PETR4 (13/10/2026)

A Petrobras informou que não realizou operações com valores mobiliários e derivativos em 09/2026. A posição reportada manteve 0 ações ON e PN e debêntures como PETR36 (170.459) e PETR26 (43.200). Para o investidor, o documento indica estabilidade nas posições próprias no mês.

Notícias de PETR4 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, PETR4 ficou no centro da reprecificação dos ativos domésticos após o resultado eleitoral, com forte sensibilidade ao risco político e fiscal e desempenho pior que o do índice em parte do período. No pregão de maior estresse, as ações preferenciais da Petrobras caíram 8,18%, em uma sessão em que o Ibovespa recuou 13,88%, aos 176.608,23 pontos, com circuit breaker na abertura e volume financeiro de R$ 88,6 bilhões; no dia seguinte, o papel ainda cedia cerca de 1,71%, enquanto o mercado tentava acomodação técnica após a volatilidade extrema. Além do ambiente local, os resumos apontam pressão adicional do petróleo sobre a ação. Em meio à reação negativa, a presidente Magda Chambriard afirmou que a queda próxima de 10% não refletia os fundamentos da companhia e classificou o movimento como especulativo, defendendo que a Petrobras segue sólida e com carteira robusta de investimentos. No noticiário relacionado, a Braskem, investida relevante da Petrobras, continuou negociando uma reestruturação que pode envolver aporte de até US$ 1,7 bilhão a US$ 1,85 bilhão pelos acionistas e conversão de dívida em ações, tema que mantém atenção sobre eventuais compromissos de capital. O conjunto reforça que, embora a companhia sustente discurso de continuidade operacional, o papel segue exposto à percepção de governança, intervenção estatal e desdobramentos financeiros em ativos ligados ao grupo.

Análises de PETR4 nos últimos 3 meses

A Petrobras reportou 2T26 forte, com EBITDA de US$18,9 bi, ~5% acima do consenso, apoiado por preços mais altos de petróleo e derivados e produção de 2,69 MMbpd, +4% t/t; em R&M, o EBITDA foi de US$3,5 bi, apesar de perdas de estoque, enquanto a dívida líquida caiu para US$60,4 bi, a bruta para US$70,8 bi, o caixa subiu a US$10,4 bi e a alavancagem recuou para ~1,1x, com dividendos de US$3,4 bi no trimestre. Para o 3T26, a prévia aponta produção de ~2,84–2,86 MMbpd, acima de 2,69 MMbpd no 2T26, e EBITDA consolidado de ~US$19–21 bi, com E&P em US$16,6 bi, R&M em US$4,0 bi e margem de ~US$22/boe, mesmo com Brent ~6% menor t/t; a estimativa de capex caixa é de US$5,0 bi e o fluxo de caixa livre de ~US$9,0 bi, sustentando dividendos de US$3,8–4,2 bi, ou yield trimestral de 2,4–2,7%. Os dados operacionais reforçam essa trajetória: a produção de óleo chegou a 2,89 MMbpd em agosto e 2,93 MMbpd em setembro, levando a média do ano a ~2,71 MMbpd, acima do guidance de ~2,5 MMbpd e aumentando a probabilidade de revisão da meta. Em combustíveis, o caminho de subvenções segue relevante: no diesel, o apoio total passou de R$1,12/l para R$2,12/l e depois a R$3,52/l por 30 dias, enquanto na gasolina houve subvenção inicial de ~R$0,40/l e vigente de R$0,44/l; isso ajudou a sustentar a rentabilidade do refino e a viabilidade das importações. Em capital, a companhia mira dívida bruta de US$65 bi, ante ~US$71 bi, e pode combinar produção mais alta, disciplina em brownfields e eventual revisão de guidance no Plano 2027–31. No valuation, o material indica FCFE yield de 13–16% nos próximos 12 meses e 11–15% em 2027E, com dividend yield de ~10–11% e preço-alvo de R$65. Para investidores, recomenda-se acompanhar reajustes de combustíveis, a revisão do guidance de produção e a execução do capex.

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