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Dimed (PNVL3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 10,48

+ R$ 0,34

(+3,35%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 19,00

Potencial

81,30%

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de PNVL3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de PNVL3 (13/10/2026)

A tesouraria da Dimed S.A. Distribuidora de Medicamentos informou compras à vista de 155 mil ações ON em setembro de 2026, por cerca de R$ 1,99 milhão, via BTG Pactual. A posição passou de 2.932.584 para 3.087.584 ações, elevando o volume em tesouraria.

Análises de PNVL3 nos últimos 3 meses

A Panvel entregou 2T26 sólido, acima das estimativas, com receita bruta de R$1,63 bi (+16% a/a), vendas no varejo de R$1,63 bi (+15,8%), SSS de 13,5% e EBITDA ajustado pré-IFRS16 de R$88,5 mi (+26%), com margem de 5,4% (+40 bps), apesar de pressão de 50 bps na margem bruta, para 30,2%, pelo maior peso de GLP-1. O lucro líquido ajustado pré-IFRS16 foi de R$39 mi (+39%), a produtividade subiu 13%, para R$819 mil por loja por mês, e a participação no Sul avançou 100 bps, para 13,5%, com alavancagem ainda saudável em 0,9x dívida líquida/EBITDA. Na prévia do 3T26, o BTG projetava continuidade do bom momento, com SSS de 14% e expansão de ~50 bps na margem EBITDA pré-IFRS16, em um varejo farmacêutico ainda visto como mais resiliente que outras verticais de consumo. Entre os vetores operacionais, GLP-1 segue como avenida relevante: as vendas da categoria cresceram 63,6% no 2T26, atingiram 11,3% da receita de varejo e, no 1S26, a receita líquida teria avançado ~91%, com potencial de alta superior a 60% no ano; o mercado brasileiro pode superar R$16 bi em 2026. Mesmo com menor margem na categoria, a companhia vem compensando com diluição de despesas, digitalização e ganho de mix, o que levou o BTG a elevar em ~11% a projeção de lucro líquido pré-IFRS16 e em 4,7% a de EBITDA pré-IFRS16 para os próximos três anos. No capital, a execução consistente começa a reduzir riscos do guidance de longo prazo, que prevê receita bruta de R$11,5–12 bi, margem EBITDA de 6,7–7% e 950–1.000 lojas até 2030; após 12 aberturas no 1S26, a expectativa é de aceleração para ~45 lojas por ano a partir de 2027. Em valuation, a ação é tratada como compounder defensivo no varejo, com preço-alvo de R$19 para o fim de 2027. Para investidores, recomenda-se acompanhar a aceleração de aberturas, a evolução da margem com GLP-1 e a manutenção dos ganhos de participação no Sul.

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