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Priner (PRNR3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 12,98

+ R$ 0,40

(+3,18%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 28,00

Potencial

115,72%

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de PRNR3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de PRNR3 (03/11/2026)

A Priner informou que a AGE de 3 de novembro de 2026 não foi instalada por falta de quórum legal em primeira convocação. Estavam presentes 8.382.068 ações ordinárias, ou 14,70% do capital. A companhia fará nova convocação; em segunda chamada, a assembleia poderá ser instalada com qualquer número de acionistas.

Análises de PRNR3 nos últimos 3 meses

A Priner reportou 2T26 em linha, com melhora operacional mais clara no EBITDA do que no lucro: receita líquida de R$463 mi, +28% a/a, EBITDA de R$71 mi, ou R$72 mi em base ajustada, +78% a/a, com margem de 15,6%, +4,4 p.p., enquanto o lucro líquido ficou em -R$1 mi, ou R$8 mi ajustado. O trimestre ainda refletiu a retomada mais complexa de projetos paralisados e a interrupção, em abril, de um contrato de mineração após fortes chuvas, com perda mensal de ~R$6 mi em receita e maior ociosidade de máquinas, mas houve avanço relevante nas frentes operacionais. Siderurgia & Mineração foi o principal destaque, com receita de R$193 mi versus R$113 mi no 2T25, apoiada pela SEMEP, enquanto Óleo & Gás ficou praticamente estável em R$172 mi, ante R$170 mi, e os demais segmentos somaram R$97 mi versus R$78 mi, com suporte de Celulose & Papel. A Montagem Industrial também mostrou recuperação, com receita de R$73 mi no 2T26, ante R$46 mi no 1T26, e a reestruturação da EEI já aparece nos números do 1S26, com receita de R$112 mi, +49% a/a, e margem bruta de 29%, +15 p.p. Em capital, o capex caiu para R$22 mi, de R$51 mi no 1T26, enquanto a alavancagem subiu para 2,3x Dívida Líquida/EBITDA, ante 2,0x no trimestre anterior. Do lado comercial, a companhia fechou R$2,39 bi em novos contratos no 1S26, equivalente a 85% do total de 2025, e atingiu book-to-bill recorde de 2,2x em 12 meses, ou 1,5x ex-SEMEP, reforçando visibilidade de receita. A tese segue ancorada na recuperação das divisões que vinham pressionando margens e no forte ritmo de contratação, embora a rentabilidade líquida ainda seja fraca e a desalavancagem permaneça como ponto de atenção. Em valuation, o material cita preço-alvo de R$28.

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