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Guararapes (RIAA3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 6,14

+ R$ 0,23

(+3,89%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 14,00

Potencial

128,01%

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de RIAA3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de RIAA3 (08/10/2026)

O conselho de administração da Guararapes aprovou em 1º de outubro de 2026 uma nova versão da Política de Sustentabilidade e revogou a anterior. A medida atualiza as diretrizes ESG da companhia e tende a reforçar sua governança e transparência regulatória.

Análises de RIAA3 nos últimos 3 meses

A Guararapes reportou 2T26 sólido, com EBITDA consolidado pós-IFRS 16 de R$461 mi, alta de 13% a/a e 2,5% acima das estimativas, com margem de 17%; em mercadorias, o EBITDA foi recorde para um segundo trimestre, em R$342 mi, alta de 15%, enquanto serviços financeiros entregaram R$119 mi, alta de 7%. O principal destaque operacional foi o vestuário, com SSS de 7,8%, receita de R$1,75 bi, alta de 9%, e margem bruta de 59%, avanço de 1,9 p.p.; no consolidado, a receita líquida cresceu 3,3%, para R$2,7 bi, e o lucro líquido subiu 36%, para R$168 mi, ajudado por efeito fiscal positivo de R$12 mi. Para o 3T26, a prévia do BTG aponta continuidade de crescimento em vestuário, com SSS de 4,7%, expansão de margem bruta e EBITDA consolidado de R$393 mi, alta de 4,4% a/a, em um ambiente ainda pressionado por juros altos, renda comprimida e consumo discricionário fraco. Nos serviços financeiros, a carteira de crédito de 360 dias avançou 10%, para R$6,2 bi, e a receita da divisão cresceu 6,5%, para R$684 mi, mas a qualidade de crédito seguiu mista: a inadimplência acima de 90 dias piorou para 18,9–19%, enquanto a faixa de 15 a 90 dias melhorou para 6,9–7%; as perdas de crédito somaram R$250 mi, alta de 12%, com cobertura ampla próxima de 107%. O fluxo de caixa foi o principal ponto de atenção, com consumo de R$132 mi no trimestre, ante geração de R$143 mi um ano antes, pressionado por capital de giro e investimentos; o capex em caixa foi de R$266 mi, ligado a tecnologia, transformação digital, automação do CD de Guarulhos e reformas. A dívida líquida pro forma encerrou o trimestre em R$943 mi, com alavancagem ainda baixa, de 0,5x EBITDA. Em valuation, o ativo aparece entre os nomes expostos ao beta doméstico de varejo, em um setor cujo P/L mediano de 2027 caiu para 6,5x–9x em diferentes janelas recentes, refletindo juros longos, prêmio de risco e competição mais intensa. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução em vestuário, a monetização da Midway e a trajetória de inadimplência e caixa em um ambiente macro ainda desafiador.

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