A Vamos é a líder em locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil. A empresa atua no segmento há mais de 20 anos por meio de seu acionista controlador Simpar. As principais vantagens competitivas da empresa incluem: (i) condições de compra superiores; (ii) capacidade comercial única; (iii) Rede de vendas de ativos usados sem paralelo com maior poder de precificação e maiores margens; (iv) Penetração baixa do aluguel de caminhões e máquinas no Brasil; e (v) Baixa concorrência, com o triplo da frota da segunda maior empresa do setor. Olhando para frente, esperamos que o mercado monitore: (i) ativos que foram devolvidos, (ii) demanda por locação; (iii) expansão da frota; e (iv) estrutura de capital. Com tudo isso, com a ação sendo negociada a um valuation atraente, mantemos nossa recomendação de Compra.
Insights BTG Pactual | Resumo do ativo
Último comunicado à mercado de VAMO3 (09/10/2026)
A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A. informou que não realizou operações com valores mobiliários e derivativos em 09/2026. Os saldos inicial e final permaneceram zerados em ações ON e swaps, sem impacto operacional direto para o investidor.
Análises de VAMO3 nos últimos 3 meses
A Vamos reportou 2T26 majoritariamente em linha, com receita líquida de R$1,6 bi (+11% a/a), EBITDA de R$972 mi (+7%) e lucro líquido de R$101 mi (+9%), sem não recorrentes relevantes; o destaque foi o LL 5% acima da estimativa, apoiado por melhor operação e menor alíquota efetiva, apesar de juros mais altos. Na locação, a receita líquida foi de R$1,5 bi (+10%), com serviços em R$1,1 bi (+9%), venda de ativos em R$365 mi (+13%) e EBITDA de R$957 mi (+9%), mostrando resiliência do negócio. Os ativos reintegrados somaram R$189 mi, abaixo dos R$282 mi do 1T, sem sinal relevante de deterioração, enquanto a operação Sempre Novo investiu R$160 mi no trimestre. O capex total ficou em R$975 mi, acima dos R$931 mi de 2T25, e o backlog permaneceu estável em R$13 bi. Em rentabilidade, o ROIC ficou em 14%, estável t/t, e o spread de ROIC avançou para 3,5 p.p., de 3,2 p.p. no 1T. No balanço, a dívida líquida caiu para R$11,6 bi, de R$12,0 bi no trimestre anterior, e a alavancagem recuou para 3,0x dívida líquida/EBITDA, ante 3,2x, reforçando a desalavancagem mesmo com expansão de capex. Em valuation, o papel negocia a ~7x P/L 2026, com preço-alvo de R$4,5. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução em seminovos, o ritmo de reintegrações, a expansão da rede e a sensibilidade do case ao ambiente macro e de juros.
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