Com suas ações sendo negociadas a múltiplos abaixo de sua média histórica, também vemos a VBBR oferecendo um forte momento de resultados. Além disso, vemos uma alta conversão de caixa de seus lucros e acreditamos que a empresa gerará um robusto fluxo de caixa de R$ 2,3 bilhões em 2025, um yield de geração de caixa relevante. Com base em nossa tese de que a empresa está entrando em uma fase de amadurecimento de seus novos negócios, acreditamos ser provável que uma parcela significativa desse caixa seja convertida em dividendos, JCP e/ou recompras, oferecendo um “carrego” mais atraente em comparação com seu par mais óbvio. Temos uma recomendação de Compra.
Insights BTG Pactual | Resumo do ativo
Último comunicado à mercado de VBBR3 (15/10/2026)
A Vibra informou à CVM que segue a divergência com a Petrobras sobre o prazo para apresentar o plano de debranding das marcas licenciadas. O contrato vai até 28 de junho de 2029 e não há ação judicial ou arbitragem. Para o investidor, o risco já divulgado permanece sem fato novo material.
Notícias de VBBR3 nas últimas 24h
Nas últimas 24 horas, não houve material suficiente nas notícias recebidas para consolidar fatos relevantes sobre VBBR3. O conteúdo disponível trata de mudanças em carteira recomendada de uma corretora e cita outros ativos, sem trazer informações específicas sobre a companhia, seus resultados, operação, guidance, estrutura de capital ou reação de mercado relacionadas a este ticker.
Análises de VBBR3 nos últimos 3 meses
A Vibra reportou 2T26 acima do esperado, com EBITDA consolidado de R$4,5 bi, ante estimativa de R$4,0 bi, sustentado por combustíveis em R$4,1 bi e margem de R$456/m3, acima de R$420/m3 esperados; os volumes cresceram ~4% a/a, para 9,0 mi m3, com varejo em 5,8 mi m3, rede de 7.556 postos e EBITDA proporcional da Comerc em R$228 mi, ainda pressionado por curtailment de 28%. A prévia para o 3T26 indica EBITDA ajustado de ~R$3,8 bi, abaixo do 2T26, mas ~132% acima do 3T25, com receita de R$61,7 bi, lucro líquido de ~R$2,1 bi, volumes de 9,6 mi m3, alta de ~3% a/a, e margem de combustíveis em ~R$380/m3, ainda muito acima do 3T25; a divisão de combustíveis deve responder por ~R$3,6 bi do EBITDA, enquanto a Comerc é estimada em ~R$217 mi. No capital, a companhia reduziu a dívida líquida em ~R$2,5 bi no 2T26, mesmo com alta de R$354 mi no capital de giro, cortou a dívida bruta em ~R$2,0 bi, alongou o prazo médio para 5,1 anos e encerrou o trimestre com alavancagem de ~1,3x; para o 3T26, a projeção é de FCFE de ~R$2,0 bi, apesar de consumo adicional de ~R$800 mi em capital de giro. O ambiente setorial segue favorável às margens: o mercado de diesel permanece apertado, com importações de setembro em ~930 mil m3 e programação inicial de outubro em ~500 mil m3, abaixo da necessidade usual de 800 mil–1,2 mi m3, o que tende a beneficiar distribuidoras incumbentes com maior capacidade de suprimento. Em 9 de outubro de 2026, o governo elevou a subvenção ao diesel importado em R$1,40/l, levando o total a R$3,52/l por 30 dias, com paridade estimada em R$3,08/l versus preço de refinaria de R$3,30/l; para a Vibra, o efeito é visto como majoritariamente neutro no curto prazo, mas o desenho de preços e subsídios segue sustentando a rentabilidade do setor. Em valuation, o papel negocia a ~7,0x P/L 2026E, com preço-alvo de R$42.
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