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Telefônica Brasil (VIVT3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 31,00

+ R$ 0,92

(+3,06%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 31,00

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de VIVT3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de VIVT3 (30/10/2026)

A Telefônica Brasil afirmou à CVM que mantém tratativas preliminares e não vinculantes com acionistas da Vero, mas sem decisão sobre eventual operação nem acordo sobre estrutura e termos. A companhia disse que, por ora, não há fato relevante a divulgar, mantendo incerteza sobre M&A.

Notícias de VIVT3 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a Telefônica Brasil passou a integrar a carteira recomendada Top 10 da Ágora para novembro, em uma mudança que refletiu uma postura mais cautelosa para a bolsa e maior preferência por empresas com fundamentos sólidos, caixa forte, retorno elevado sobre o patrimônio e perfil de dividendos. No mesmo movimento, a corretora retirou BTG Pactual e Allos da seleção e manteve a leitura de que o mercado brasileiro segue negociando a 7,8 vezes o lucro projetado para os próximos 12 meses, abaixo da média de 10 vezes dos últimos dez anos, além de operar com desconto de cerca de 50% em relação ao mercado global e de 13% frente aos emergentes. Para VIVT3, a inclusão reforça o enquadramento do papel como nome defensivo dentro de um ambiente ainda dependente da trajetória dos juros longos, do fluxo do investidor estrangeiro e da capacidade das companhias de sustentar lucros na temporada de resultados. Ainda assim, a própria carteira da Ágora atribui recomendação neutra à ação, o que sugere que o principal efeito da notícia está mais no reconhecimento de resiliência operacional e financeira do que em uma mudança mais agressiva de visão sobre o papel.

Análises de VIVT3 nos últimos 3 meses

A Telefônica Brasil reportou 2T26 com aceleração operacional e geração de caixa mais forte: a receita de serviços somou R$ 14,7 bi, alta de 6,4% a/a, puxada por móvel (+6,6% a/a) e fixa (+6% a/a), enquanto o lucro líquido avançou 17% a/a, para R$ 1,57 bi. O capex ficou em R$ 2,59 bi (+6% a/a) e as despesas de arrendamento em R$ 1,36 bi (+9% a/a), mas o fluxo de caixa operacional ainda cresceu 17,4% a/a, para R$ 2,64 bi. No móvel, o pós-pago, equivalente a 87% da receita de serviços móveis, subiu 8% a/a, apoiado por base pós-paga +6,9% e ARPU de R$ 53,9 (+0,8% a/a), enquanto o pré-pago caiu 1% a/a, com desaceleração relevante da contração. Para o 3T26, a prévia aponta nova expansão, com receita líquida de R$ 16,0 bi (+7,1% a/a), receita de serviços de R$ 14,94 bi (+6,2% a/a), móvel em R$ 10,36 bi (+6,6% a/a) e fixa em R$ 4,58 bi (+5,2% a/a). O EBITDA projetado é de R$ 6,98 bi, alta de 7,6% a/a, com margem de 43,6%, expansão de 20 p.b. a/a e 180 p.b. t/t, enquanto o lucro líquido estimado é de R$ 2,11 bi (+11,7% a/a). O capex deve somar R$ 2,64 bi, ou 16,5% da receita, abaixo de 17,4% um ano antes, e o fluxo de caixa operacional pode atingir R$ 3,04 bi (+19,1% a/a). A leitura consolidada é de continuidade do melhor momento operacional entre as teles domésticas, com resiliência em serviços móveis, avanço da receita fixa e disciplina de investimento sustentando expansão de caixa. Para investidores, recomenda-se acompanhar a manutenção do crescimento em pós-pago e a conversão desse desempenho em margens e fluxo de caixa nos próximos trimestres.

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Tese de investimento

A Telefônica Brasil é a maior operadora integrada de telecomunicações do Brasil, com clientes distribuídos entre serviços de voz fixa (local e longa distância), transmissão de dados (incluindo banda larga) e TV por assinatura. A Companhia é controlada pelo grupo espanhol Telefonica. Embora a Vivo ainda negocie com prêmio para as empresas de telecomunicações globais integradas, acreditamos que os fortes resultados da empresa ajudam a confirmar seu ótimo momento operacional e devem apoiar a performance das ações. Para investidores que buscam ações mais seguras, a Vivo é uma boa opção, especialmente se o mercado tiver um desempenho de queda. As empresas de telecomunicações têm modelos de negócios estáveis, posicionamento competitivo sólido, forte geração de caixa e fornecem um retorno de capital robusto aos acionistas.