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BrasilAgro (AGRO3)

Ação

Dados consolidados em: 16/10/2026

R$ 18,43

+ R$ 0,02

(+0,11%)

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 25,00

Potencial

35,65%

Dados consolidados em: 16/10/2026

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de AGRO3 (15/10/2026)

A BrasilAgro convocou AGO/E digital para 21 de outubro de 2026. Na pauta estão a distribuição de dividendos intermediários de R$ 30 milhões, eleição do conselho fiscal e a incorporação da Agrifirma Agro Ltda. Para o investidor, os temas envolvem retorno em caixa e reorganização societária.

Análises de AGRO3 nos últimos 3 meses

No 4T26 fiscal, a BrasilAgro reportou EBITDA operacional ajustado de R$57 mi, ante nível próximo de zero um ano antes, sem efeito de venda de fazendas no período; a melhora veio sobretudo da soja, com volume vendido +80% a/a, custo unitário -9% e lucro bruto por tonelada +31%, enquanto o milho também avançou com custo unitário -9% e lucro bruto por tonelada +9%, parcialmente compensados por cana e algodão mais fracos. O lucro líquido ficou negativo em R$14 mi. Para a safra 2026/27, o guidance inicial adotou postura mais defensiva diante do risco climático, com área total plantada -1% a/a e mudança relevante no mix: soja -5%, algodão de 1ª safra -70%, feijão de 2ª safra zerado, milho de 1ª safra +22%, pastagem +21% e algodão de 2ª safra +36%, concentrado em áreas irrigadas. Com isso, a produção de milho deve subir 20% a/a, a soja ficar praticamente estável em +1% e o algodão cair 25%. As premissas embutem produtividade de soja +6% e de milho total +12%, enquanto os custos por hectare sobem 2% na soja e 9% no milho de 1ª safra, mas caem 12% no milho de 2ª safra e em dois dígitos no algodão, implicando custo unitário -12% no milho e -17% no algodão. Em cana, a projeção foi levemente reduzida, com volumes e TCH ~1% abaixo da estimativa anterior; cerca de 280 mil t foram postergadas, mas a expectativa segue em ~2,15 Mt colhidas, com TCH de 79,1 t/ha. O portfólio foi avaliado internamente em R$3,34 bi, alta de 8,2% a/a. Em valuation, a ação negociava perto de R$19,0 para preço-alvo de R$25,0. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução das metas de produtividade e custos em um cenário de El Niño forte.

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