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Petrobras (PETR4)

Ação Top picks

Dados consolidados em: 29/10/2026

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Dados consolidados em: 29/10/2026

Visão geral de PETR4

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de PETR4 (28/10/2026)

A Petrobras reportou produção própria recorde de 3,512 MMboed no 3T26, alta de 5,3% ante o 2T26 e 11,7% ano a ano, com avanço do pré-sal e maior eficiência operacional. As exportações de petróleo e derivados também bateram recorde, em 1.251 mbpd, reforçando o momento operacional da companhia.

Notícias de PETR4 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a Petrobras concentrou as atenções com recordes operacionais no terceiro trimestre de 2026, reforçando a leitura de um balanço ainda forte mesmo sob pressão de preços do petróleo e de fatores tributários. A companhia reportou produção própria recorde de aproximadamente 3,51 milhões de barris de óleo equivalente por dia, alta de 5,3% ante o trimestre anterior e de 11,7% em um ano, com destaque para o pré-sal, que alcançou cerca de 2,45 milhões de barris por dia no Brasil, além de exportações recordes próximas de 1,25 milhão de barris por dia e produção recorde de diesel de 769 mil barris por dia, com utilização de refinarias em 99%. As projeções para o resultado apontam Ebitda entre US$ 18 bilhões e US$ 19,1 bilhões e dividendos entre US$ 3,1 bilhões e US$ 4,2 bilhões, sustentados por maior eficiência operacional, menor número de paradas para manutenção e expansão de plataformas no pré-sal. Ainda assim, o trimestre também embute ventos contrários, como a queda de cerca de 6% do Brent, para US$ 91,29 por barril, o imposto de exportação de 12% e uma necessidade adicional de capital de giro estimada em cerca de US$ 900 milhões por subvenções aos combustíveis. O conjunto mantém o foco do mercado na capacidade de geração de caixa e na continuidade da distribuição de proventos, com espaço para eventual revisão positiva do guidance de produção, embora a reação do papel tenha sido mista, com alta de 0,38% em um pregão e queda de 0,53% em outro, em meio a um ambiente mais cauteloso para a bolsa.

Análises de PETR4 nos últimos 3 meses

A Petrobras reportou 2T26 forte, com EBITDA de US$18,9 bi, ~5% acima do consenso, apoiado por preços mais altos de petróleo e derivados e produção +4% t/t; a dívida líquida caiu para US$60,4 bi, a bruta para US$70,8 bi, o caixa subiu a US$10,4 bi e a alavancagem recuou para ~1,1x, enquanto os dividendos do trimestre somaram US$3,4 bi. Para o 3T26, a prévia aponta produção recorde de ~2,83–2,86 MMbpd, com pré-sal em ~2,45 MMbpd, 12 novos poços, utilização de refinarias em 99%, vendas domésticas de derivados em ~1,85 MMbpd e EBITDA consolidado em US$19–21 bi, acima do consenso de US$17,1 bi, com dividendos estimados em US$3,8–4,2 bi e yield trimestral de 2,4–2,7%. Os dados operacionais de julho a setembro reforçaram a trajetória, com produção de óleo saindo de ~2,77 MMbpd em julho para ~2,89 MMbpd em agosto e ~2,93 MMbpd em setembro, levando a média do ano para ~2,69–2,71 MMbpd, acima do guidance de 2,4–2,6 MMbpd e sustentando expectativa de revisão para cima da meta. Em combustíveis, a companhia seguiu beneficiada pelo pacote de subvenções: no diesel, o caminho foi de R$1,12/l para R$2,12/l e depois R$3,52/l no importado, com preço realizado estimado em até R$5,43/l; na gasolina, a subvenção inicial foi de ~R$0,40/l e a vigente ficou em R$0,44/l. O capex de 2026 é visto em ~US$20 bi, com foco em upstream e brownfields no refino, enquanto a redução da dívida bruta para US$65 bi segue como referência de capital. Em valuation, o material indica FCFE yield de 13–16% nos próximos 12 meses e 11–14% em 2027E, com dividend yield de ~10% e 8–10%, respectivamente, além de preço-alvo de R$65. Para investidores, recomenda-se acompanhar reajustes de combustíveis, a possível revisão do guidance de produção e o Plano Estratégico 2027–31.

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