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TRPL (TRPL4)

Ação

Recomendação

neutro

Preço-alvo

R$ 25,00

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de TRPL4 (07/10/2026)

O Terras Paulistas FII (TRPL11) abriu consulta até 23/10/2026 para elevar a remuneração das cotas Mezanino A e B de DI + 6% para DI + 7% ao ano e aprovar a 1ª emissão de cotas Mezanino C de até R$ 15,5 milhões. A operação inclui aquisição integral da SPE 49 e pode alterar retorno, custos e estrutura de capital do fundo.

Análises de TRPL4 nos últimos 3 meses

A evidência recente para TRPL4 é majoritariamente setorial e reforça um ambiente ainda pressionado para renováveis no Brasil, com piora das restrições de geração em maio/26. Na eólica, os cortes médios subiram para 17,4%, de 15,6% em abril e 13,9% em maio/25, enquanto a geração total ficou em 9.406 GWh, ante 7.359 GWh no mês anterior e 10.267 GWh um ano antes; Maranhão e Ceará lideraram os impactos, com 26,7% e 23,1%. Na solar, as restrições avançaram para 27,9%, de 25,2% em abril e 26,3% em maio/25, com geração de 2.869 GWh, abaixo de 3.030 GWh em abril, mas acima de 2.373 GWh um ano antes; Bahia e São Paulo concentraram os maiores cortes, com 42,5% e 34,9%. O principal vetor segue sendo a restrição por razões energéticas, que respondeu por ~72% dos cortes na eólica e ~90% na solar, enquanto as restrições elétricas ganharam peso na eólica, em 17,1%, e ficaram em 6,7% na solar. Entre as empresas listadas, os cortes chegaram a 23,7% na Copel, 22,8% na CPFL, 20,2% na Engie e 17,4% na Auren em eólica; na solar, 44,2% na Echoenergia, 29,1% na Alupar, 27,4% na Engie e 24,4% na Auren. Para TRPL4, o material não traz print operacional ou financeiro próprio, mas o quadro setorial indica manutenção de um risco operacional relevante para ativos renováveis expostos às regiões mais afetadas. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução dos cortes de geração e o peso ainda elevado das restrições energéticas no sistema.

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Tese de investimento

A Transmissão Paulista (CTEEP) é a maior transmissora privada do Brasil, com um portfólio de transmissão com mais de 20 mil km de extensão e RAP de R$ 4,1bilhões (controladora + subsidiárias). A empresa opera em um ambiente de baixo risco, em que as receitas são fixas (ajustadas anualmente pela inflação) e determinadas pelo órgão regulador (Aneel), com base em sua infraestrutura existente, independentemente do volume de energia efetivamente transmitido pela empresa. Temos uma recomendação Neutra para a empresa, pois a vemos sendo negociada a uma TIR real implícita com um baixo prêmio sobre a rentabilidade dos juros de longo prazo.