REPORT_INFO.PUBLISHED 07/10/2026 REPORT_INFO.AT 09:39.

Telecom & Tech - Prévia 3T26

Ícone do ativo Carlos Sequeira, CFA

Carlos Sequeira, CFA

Ícone do ativo Osni Carfi

Osni Carfi

Ícone do ativo Marcel Zambello

Marcel Zambello

Vi

Victor Neder

Br

Bruno Ferreira

Divulgamos nossa prévia dos resultados do terceiro trimestre de 2026 para as empresas de telecom.

Vivo: novamente o melhor desempenho

Esperamos outro trimestre forte da Vivo, com a receita de serviços móveis (MSR) crescendo saudáveis 6,6% a/a, o que, combinado com o avanço de 5,2% a/a das receitas de telefonia fixa, deve levar a um crescimento de 6,2% a/a na receita de serviços. Esperamos que a margem EBITDA alcance 43,6%, com expansão de 20 p.b. a/a e de 180 p.b. t/t. Excluindo outras receitas operacionais, o crescimento do EBITDA também deve permanecer saudável, em torno de 8% a/a. Por fim, projetamos um lucro líquido forte de R$2,1 bilhões, 12% maior a/a. Com o capex aumentando apenas modestamente a/a e as despesas de arrendamento sob controle, o fluxo de caixa operacional deve registrar um aumento expressivo de 19% a/a.

Tabela 1: Prévia do 3T26 da Vivo

Fonte: Companhia e BTG Pactual

TIM: as mesmas tendências continuam

Esperamos que a TIM reporte receita de serviços de R$6,9 bilhões, 5,5% maior a/a, impulsionada pelo crescimento de 4,3% a/a da receita de serviços móveis (MSR), enquanto a receita de telefonia fixa deve aumentar 28% a/a, beneficiada pela aquisição da V8. Com isso, projetamos EBITDA de R$3,71 bilhões, 6,9% maior a/a e implicando expansão de 70 p.b. de margem, mantendo em linhas gerais o ritmo observado no trimestre anterior. Esperamos que o capex aumente ligeiramente a/a, para R$984 milhões, enquanto as despesas de arrendamento devem permanecer sob controle, sustentando um fluxo de caixa operacional de R$1,9 bilhão, com sólido avanço de 11% a/a.

Tabela 2: Prévia do 3T26 da TIM

Fonte: Companhia e BTG Pactual

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REPORT_INFO.RISK_STATEMENT

Nosso preço-alvo para empresas de telecomunicações e tecnologia latino-americanas é derivado do DCF com base no fluxo de caixa livre da empresa a longo prazo, Além dos mercados de ações voláteis e dos riscos macroeconômicos notáveis na América Latina (afetando moedas inflação de custos potencial de mercado e capacidade de tomar empréstimos) essas empresas em geral enfrentam riscos de regulamentação concorrência e mudanças tecnológicas.

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