Ícone do ativo BOAC34

Bank of America (BOAC34)

BDR

Dados consolidados em: 23/10/2026

R$ 63,10

- R$ 0,91

(-1,42%)

Setor

Dados consolidados em: 23/10/2026

Visão geral de BOAC34

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de BOAC34 (23/10/2026)

O Banco B3 informou dividendo preliminar da Bank of America para o BDR BOAC34. O valor estimado é de R$ 0,272640462 por BDR, já líquido de IR, IOF e tarifa, com base no câmbio de 5,0383. Terão direito os titulares em 02/12/2026, com pagamento em 04/01/2027.

Notícias de BOAC34 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, o principal fato para BOAC34 foi a divulgação, pela B3, de aviso preliminar de dividendos do Bank of America para o BDR, com valor líquido estimado em R$ 0,27 por recibo, com base em dividendo de USD 0,32 por ação e câmbio de 5,0383. Segundo o comunicado, terão direito ao provento os investidores posicionados em 02/12/2026, com pagamento previsto para 04/01/2027. Além disso, o depositário do programa informou a disponibilidade do formulário 424B2 da companhia na SEC, mas sem apresentar valores, percentuais ou detalhes operacionais que alterem de forma objetiva a leitura sobre o ativo no período. Assim, a janela foi dominada por um evento de distribuição de caixa ao detentor do BDR, enquanto o segundo comunicado teve caráter mais documental do que financeiro. O saldo informacional, portanto, é de manutenção do foco no fluxo de proventos, sem novos elementos materiais sobre operação, guidance, risco ou desempenho do banco que mudem a interpretação do papel nesta janela.

Análises de BOAC34 nos últimos 3 meses

O Bank of America, BDR BOAC34, reportou no 3T26 LPA ajustado de US$ 1,08, 1% abaixo do consenso, com receita de US$ 30,0 bi, 2% abaixo do esperado; o LPA reportado ficou em US$ 0,91 após despesa não dedutível de US$ 1,2 bi ligada a multas civis e ordens de consentimento com OCC e FinCEN. A receita avançou 3% a/a, mas caiu 5% t/t, com NII de US$ 16,4 bi, alta de 8% a/a e 3% t/t, sustentado por maiores saldos de empréstimos e depósitos, reprecificação de ativos e Global Markets, enquanto a receita não proveniente de juros recuou 2% a/a e 13% t/t. As despesas operacionais somaram US$ 19,7 bi; excluindo o acordo, ficaram em US$ 18,5 bi, e o índice de eficiência ajustado foi de 62%. Entre os principais negócios, Consumer Banking lucrou US$ 3,5 bi, Global Wealth and Investment Management US$ 1,5 bi e Global Banking US$ 2,0 bi, enquanto Global Markets caiu para US$ 1,2 bi, com sales and trading de US$ 5,1 bi, FICC em queda de 17% e equities em alta de 11%. A qualidade de crédito permaneceu benigna, com provisão de US$ 1,3 bi, net charge-offs também em US$ 1,3 bi, reversão líquida de reservas de US$ 80 mi, índice de perdas em empréstimos de 1,04% e inadimplência de US$ 5,5 bi, 4% menor t/t. No balanço, os empréstimos médios cresceram 6% a/a para US$ 1,23 tri e os depósitos médios 2% para US$ 2,02 tri, enquanto o CET1 padronizado caiu para 10,9% e os RWA subiram para US$ 1,82 tri. O banco devolveu US$ 8,3 bi aos acionistas, com US$ 6,0 bi em recompras e US$ 2,2 bi em dividendos; a ação negociava a 10,7x lucro projetado, 1,9x valor patrimonial tangível e DY de 2,37%. Para investidores, recomenda-se acompanhar a normalização de Global Markets, a continuidade do crescimento do NII e eventuais efeitos de exigências de compliance sobre recompras e retorno de capital.

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