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Coca-Cola (COCA34)

BDR

Dados consolidados em: 23/10/2026

R$ 78,29

- R$ 1,68

(-2,10%)

Dados consolidados em: 23/10/2026

Visão geral de COCA34

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de COCA34 (19/10/2026)

O Itaú, depositário do programa, comunicou dividendo trimestral da Coca-Cola para BDRs COCA34. O valor bruto é de US$ 0,0883 por BDR e o líquido estimado, após impostos, IOF e fee, é de R$ 0,2956. A data ex é 01/12/2026 e o pagamento no Brasil começa em 22/12/2026.

Análises de COCA34 nos últimos 3 meses

A Coca-Cola reportou 2T26 acima do consenso, com receita líquida de US$13,38 bi, +7% a/a, receita orgânica +6% e EPS comparável de US$0,97, 4,1% acima da estimativa, apoiados por aceleração de volume e câmbio. O volume global de caixas unitárias cresceu 5%, com destaque para Índia, China, EUA e Brasil, enquanto a margem bruta comparável subiu 117 bps, para 63,4%, e a margem operacional comparável avançou 86 bps, para 35,6%. Na prévia operacional, América do Norte foi o principal destaque, com receita +7%, volume +3% e preço/mix +4%, além de lucro operacional comparável ajustado pelo câmbio +12%; na América Latina, a receita reportada cresceu 16%, com orgânico +5% e lucro operacional +4%; já a Ásia-Pacífico teve volume +8%, mas preço/mix de -9%, limitando a alavancagem. Em engarrafamento, a receita foi de US$1,53 bi, +8%, e o lucro operacional comparável ajustado pelo câmbio avançou 75%, também beneficiado por efeito-base da refranquia na Índia. No caixa, o fluxo de caixa livre acumulado no ano até 3 de julho somou US$6,86 bi, e a companhia elevou a meta de 2026 para ~US$12,4 bi. A administração também revisou o guidance de crescimento do EPS comparável de 8%–9% para 9%–10% e manteve a expectativa de crescimento orgânico da receita em ~5%, com câmbio adicionando ~2 p.p. ao EPS do trimestre e ~3 p.p. ao guidance anual. A leitura segue construtiva para margens, execução e geração de caixa, mas a sustentabilidade da demanda no 3T26 ainda deve ser testada após o impulso das ativações da Copa do Mundo de 2026 em mais de 180 mercados. Para investidores, recomenda-se acompanhar se o ganho de volume da marca Coca-Cola (+5%) e de Powerade (+8%) se sustenta sem o efeito FIFA.

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