Ícone do ativo GSGI34

Goldman Sachs (GSGI34)

BDR

Dados consolidados em: 23/10/2026

R$ 146,50

- R$ 2,70

(-1,81%)

Setor

Dados consolidados em: 23/10/2026

Visão geral de GSGI34

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de GSGI34 (14/10/2026)

O Banco B3 informou dividendo preliminar do programa de BDR da Goldman Sachs (GSGI34), aprovado em 13/10/2026. O valor é de USD 5 por ação, equivalente a R$ 0,564765437 por BDR, com pagamento em 07/01/2027 para posição em 30/11/2026. O valor já considera tributos e tarifa.

Notícias de GSGI34 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, o fluxo de notícias para GSGI34 ficou concentrado em um comunicado operacional do Banco B3, na condição de depositário do programa de BDR da Goldman Sachs, informando a disponibilização do documento 424B2 da companhia no site da SEC. O material citado não veio acompanhado, nos resumos recebidos, de novos dados financeiros, fatos operacionais, guidance, transações relevantes ou mudanças estratégicas diretamente associadas ao ativo. Com isso, a principal implicação para o papel no período é documental e de acompanhamento regulatório, sem evidência adicional, nesta amostra, de impacto material imediato sobre fundamentos, desempenho operacional ou precificação do BDR. Em termos práticos, o noticiário sugere atenção ao conteúdo do filing para identificar eventuais detalhes relevantes ao programa, mas a evidência disponível nesta janela não sustenta uma leitura mais ampla sobre resultados, capital, risco ou perspectiva de curto prazo para GSGI34.

Análises de GSGI34 nos últimos 3 meses

O Goldman Sachs reportou 3T26 acima do consenso, com receita líquida de US$18,7 bi (+23% a/a), lucro líquido de US$5,3 bi (+29% a/a) e LPA diluído de US$17,01, sustentados por Equities, Advisory e Asset & Wealth Management. Em Equities, a receita atingiu US$6,4 bi (+72% a/a), com financing em US$3,4 bi (+96%) e intermediation em US$3,1 bi (+52%); em investment banking, as comissões somaram US$3,2 bi (+21%), com Advisory recorde de US$1,65 bi (+18%); e em AWM, a receita foi de US$5,1 bi (+14% a/a), apoiada por US$4,10 tri em ativos sob supervisão e US$97 bi em captações líquidas de longo prazo. Entre os principais KPIs, o ROE anualizado ficou em 18,7%, o ROTE em 20,5%, as despesas operacionais somaram US$11,3 bi (+20% a/a) e o índice de eficiência foi de 60,5%, enquanto a provisão para perdas de crédito alcançou US$368 mi. O trimestre também mostrou maior uso de balanço para financiar o crescimento: os ativos ponderados pelo risco subiram US$26 bi, para US$817 bi, e o CET1 padronizado caiu para 12,4%, de 12,9% no 2T26 e 14,3% no fim de 2025. Ainda assim, a companhia devolveu US$4,5 bi aos acionistas, com US$3,0 bi em recompras e US$1,5 bi em dividendos, além de declarar dividendo de US$5,00 por ação. A leitura qualitativa é mais equilibrada do que o headline sugere, já que parte da surpresa veio de US$587 mi em comissões de performance em AWM, acima do trimestre anterior e potencialmente não recorrentes, enquanto o backlog de investment banking recuou frente ao 2T26 e levemente ante o fim de 2025. Para investidores, recomenda-se acompanhar a sustentação da atividade em mercado de capitais, a evolução do backlog e a recomposição da folga de capital via CET1.

Conteúdo gerado com a ajuda de IA, pode conter erros. Confira as informações no documento na íntegra.