Com um cenário macro mais difícil pela frente, acreditamos que os shoppings do Iguatemi devem sustentar resultados sólidos (= ativos resilientes). Seu portfólio premium de shopping centers (principalmente devido aos ativos dominantes e voltados para consumidores de alta renda) vem apresentando resultados operacionais sólidos (as vendas dos estão crescendo, os custos de ocupação estão caindo, a vacância está melhorando, etc.), o que significa que a receita deve crescer. Com um portfólio de shoppings de primeira linha e um valuation atraente, mantemos nossa recomendação de Compra para as ações do Iguatemi.
Insights BTG Pactual | Resumo do ativo
Último comunicado à mercado de IGTI11 (04/11/2026)
A Iguatemi informou que fundos e investidores não residentes geridos pela Radar passaram a deter, em 3 de novembro, o equivalente a 46.812.600 ações preferenciais, ou 10,75% das PNs, por meio da compra de units IGTI11. A gestora afirmou não haver acordo de voto ou de compra e venda, sinalizando mudança relevante na base acionária.
Análises de IGTI11 nos últimos 3 meses
A Iguatemi reportou 2T26 em linha, com receita líquida de R$396 mi (-3% a/a) e EBITDA ajustado de R$295 mi (-17% a/a), pressionado por base de comparação mais forte ligada ao reconhecimento integral dos ativos Pátios no 2T25; a leitura operacional foi mista, com SSS de 1,7% e SSR de 2,7%, ambos abaixo do esperado, mas vacância ainda baixa em 3,1%, custo de ocupação saudável em 10,8% das vendas e inadimplência de 0,1%. Na prévia do 3T26, a expectativa é de receita líquida de R$392 mi (+3% a/a), EBITDA ajustado de R$301 mi, estável a/a, margem de 77% (-195 bps a/a) e FCFE de R$167 mi (+3% a/a), em um setor de shoppings ainda resiliente apesar da desaceleração do consumo. No contexto setorial, o 2T26 mostrou crescimento de SSS e SSR perto de 3% a/a no Brasil, abaixo da inflação, mas com vacância e inadimplência controladas; para o 3T26, a projeção é de alta de 3% da receita consolidada do setor e expansão de ~15% do fluxo de caixa para o acionista. A tese segue apoiada em portfólio premium, perfil defensivo e geração de caixa consistente, embora o ritmo mais fraco de vendas e aluguéis limite revisões positivas de curto prazo. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução de SSS e SSR, além da conversão dessa resiliência operacional em crescimento de FCFE em um ambiente macro ainda desafiador.
Construção Civil: Prévia do terceiro trimestre de 2026: mais um trimestre fraco Shoppings: Prévia do 3T26: resiliente, apesar do cenário macroeconômico difícil Construção Civil: Perspectiva mais difícil, mas o desempenho inferior recente foi excessivo Shoppings & Propriedades: Resumo do 2T26 Iguatemi (IGTI11): FFO em linha e sólidos resultados operacionais
Conteúdo gerado com a ajuda de IA, pode conter erros. Confira as informações no documento na íntegra.







