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Pague Menos (PGMN3)

Ação

Dados consolidados em: 04/11/2026

R$ 2,54

Recomendação

compra

Preço-alvo

R$ 9,00

Potencial

254,33%

Dados consolidados em: 04/11/2026

Visão geral de PGMN3

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de PGMN3 (04/11/2026)

O conselho de administração da Pague Menos aprovou, sem ressalvas, as informações financeiras trimestrais referentes ao período encerrado em 30 de setembro de 2026. A diretoria foi autorizada a divulgar o 3º ITR, com relatório de revisão do auditor independente. Para o investidor, o fato sinaliza avanço formal na divulgação dos resultados.

Notícias de PGMN3 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, a Pague Menos concentrou as atenções na formalização e divulgação de seus números do terceiro trimestre de 2026, após o conselho de administração aprovar sem ressalvas as informações financeiras trimestrais e autorizar a publicação do 3º ITR com relatório de revisão do auditor independente. Nos resultados, a companhia reportou receita bruta de R$ 4,4 bilhões no 3T26, com alta de 6,9%, EBITDA ajustado de aproximadamente R$ 279 milhões e margem estável em 6,3%, indicando crescimento com preservação de rentabilidade operacional. O lucro líquido ajustado avançou 19,5%, para aproximadamente R$ 96 milhões, enquanto o fluxo de caixa operacional triplicou para cerca de R$ 165 milhões, em um sinal de melhora relevante na conversão de resultado em caixa. Ao mesmo tempo, a alavancagem recuou para 1,8 vez o EBITDA, reforçando a trajetória de desalavancagem. Em conjunto, os dados sugerem um trimestre de expansão com disciplina financeira, em que a combinação de geração de caixa mais forte e menor endividamento tende a sustentar uma leitura mais favorável sobre a capacidade de execução e o balanço da companhia.

Análises de PGMN3 nos últimos 3 meses

A Pague Menos reportou 2T26 com desaceleração de receita, mas melhora operacional e menor alavancagem: as vendas brutas cresceram 9% a/a, para R$4,3 bi, com SSS de 8% e MSSS de 7,8%, abaixo do ritmo do 1T26, refletindo menor contribuição de GLP-1 e OTC mais fraco; ainda assim, a companhia ganhou 13 bps de market share, para 6,7%, e a produtividade por loja chegou a R$856 mil por mês. O EBITDA pré-IFRS 16 somou R$282 mi, alta de 15% a/a, com margem de 6,5%, +40 bps, sustentado por alavancagem operacional e diluição de despesas, enquanto o lucro líquido ajustado pré-IFRS 16 foi de R$74 mi, acima de um ano antes, mas pressionado por efeitos não caixa e impostos. No balanço, a alavancagem caiu para 1,8x dívida líquida/EBITDA, de 2,6x um ano antes, com dívida líquida cerca de R$20 mi menor t/t e capex de R$79 mi. Na prévia do 3T26, o BTG projetava continuidade de crescimento sólido, com receita bruta +8% a/a, SSS de 6,5% e leve queda de margem, em um ambiente ainda desafiador para o consumo, mas mais resiliente no varejo farmacêutico. As análises setoriais reforçam essa resiliência relativa: cada queda de 100 bps na Selic poderia elevar o lucro líquido estimado de 2027 em ~5,7%, embora outro cenário do banco aponte sensibilidade de -4% em um choque de alta adicional de 100 bps, refletindo o peso do financeiro. GLP-1 segue como vetor estrutural relevante para a categoria, com expansão de acesso após a perda de patente da semaglutida, novos entrantes e preços mais baixos, mas a companhia ainda enfrentava rupturas de oferta e menor exposição no 2T26. Em valuation, o papel aparecia a ~5,5x P/L 2027 em nota setorial e a ~6x P/L 2026 no pós-resultado, com preço-alvo de R$9,00. Para investidores, recomenda-se acompanhar a normalização de GLP-1, a evolução da produtividade por loja e a trajetória de desalavancagem em um setor ainda sensível a juros e crédito.

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