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Usiminas (USIM5)

Ação

Dados consolidados em: 30/10/2026

R$ 5,22

- R$ 0,25

(-4,57%)

Recomendação

neutro

Preço-alvo

R$ 10,00

Potencial

91,57%

Dados consolidados em: 30/10/2026

Visão geral de USIM5

Insights BTG Pactual | Resumo do ativo

Último comunicado à mercado de USIM5 (30/10/2026)

A Usiminas reportou receita líquida de R$ 6,2 bi no 3T26, alta trimestral com maior volume em siderurgia. O EBITDA ajustado caiu 27% vs. 2T26, para R$ 558 mi, e o lucro líquido recuou para R$ 243 mi. A companhia manteve caixa líquido de R$ 471 mi e alavancagem de -0,20x.

Notícias de USIM5 nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, Usiminas ficou sob pressão após divulgar um 3T26 mais fraco, com EBITDA ajustado de aproximadamente R$ 558 milhões, queda de 27% frente ao trimestre anterior, margem próxima de 9% e lucro líquido de R$ 243 milhões, enquanto a receita líquida somou cerca de R$ 6,2 bilhões. Na siderurgia, o desempenho refletiu custos mais altos e rentabilidade comprimida, com margem de 9,6%, vendas de 1,034 milhão de toneladas, preço realizado médio de R$ 5.426 por tonelada e custo por tonelada de R$ 4.850, enquanto a mineração teve EBITDA de apenas R$ 19 milhões, margem de 3%, vendas de 2,0 milhões de toneladas e preço realizado de US$ 64,5 por tonelada, pressionada por fretes mais altos. O fluxo de caixa livre ficou levemente negativo em R$ 36 milhões, após consumo de capital de giro de R$ 403 milhões, embora a companhia tenha encerrado o período com caixa líquido de R$ 471 milhões e alavancagem de -0,20 vez. Para o 4T26, a administração indicou piora sequencial moderada, com mix mais fraco em aço, inflação de custos e menor volume de minério. Nesse contexto, o BTG revisou a recomendação para Neutro e fixou preço-alvo de R$ 10, enquanto o mercado reagiu negativamente, com USIM5 entre as maiores quedas do pregão, recuando 7,50%, sinalizando cautela com a recuperação operacional e com a trajetória de margens no curto prazo.

Análises de USIM5 nos últimos 3 meses

A Usiminas reportou 3T26 fraco, com EBITDA ajustado de R$558 mi, 10% abaixo das estimativas, queda de 27% t/t e alta de 29% a/a, refletindo pressão nas operações de aço e minério. Em aço, o EBITDA foi de R$538 mi, com margem de 9,6% ante 12,8% no 2T26; vendas de 1,034 Mt, preço realizado de R$5.426/t praticamente estável t/t e custo caixa de R$4.850/t, 2% maior t/t, comprimiram a rentabilidade. Em mineração, o EBITDA caiu para R$19 mi, com margem de 3%, vendas de 2,0 Mt e preço realizado de US$64,5/t úmida, pressionado por fretes mais altos. A prévia setorial já indicava trimestre pouco inspirador para a companhia, com câmbio 4% mais forte t/t, frete Brasil-China 37% maior t/t e inflação de custos anulando parte do benefício de preços, enquanto as operações brasileiras de aço tenderiam à estabilidade e a mineração seguiria mais fraca. O fluxo de caixa livre ficou levemente negativo em R$36 mi, após consumo de capital de giro de R$403 mi e capex de R$285 mi, mas a companhia encerrou o trimestre com caixa líquido de R$471 mi. Para o 4T26, a sinalização é de deterioração sequencial moderada em aço, por mix mais fraco e custos ainda pressionados, além de nova queda em minério. No setor, agosto trouxe algum alívio: vendas domésticas de aço no Brasil subiram 1,8% a/a, com aços planos em alta de 6,2%, enquanto a penetração de importados caiu para 18,5%, ainda elevada. Em mineração, a suspensão da planta de Samambaia, equivalente a 30%–35% da capacidade de ~9 Mtpa, reforça a pressão sobre produtores de maior custo em um ambiente de minério a US$96–98/t e frete perto de US$42/t. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução de fretes, preços domésticos do aço e a possível decisão antidumping para HRC até o fim de 2026.

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